Moldagem das estacas no Templo de Salomão construido pela IURD

Executar uma obra do porte do Templo de Salomão já foi um desafio enorme nos tempos bíblicos e, como não podia deixar de ser, a ordem de grandeza dos desafios continua sendo a mesma, senão maior. Portanto, não há tempo para ser desperdiçado na tomada de decisões sobre este projeto. As ações implementadas com relação à execução das fundações são um exemplo disso.

Além do mais, a moldagem das estacas foi um avanço técnico na qualidade de traços de concreto – mais adequados ao bombeamento – seja para as diferentes situações de moldagem, seja para as diferentes máquinas (em um total de três, atualmente). Desta forma, a fluidez do concreto e sua homogeneidade foram melhoradas mudando os tipos de agregados, sua mistura, dentre outros detalhes técnicos, permitindo que o desperdício fosse radicalmente reduzido, o que também garante uma alta resistência final do concreto.

Só para se ter uma ideia, o projeto exige uma capacidade de resistência à compressão do concreto de 20 MPa. Isso equivale a uma pressão de 200 kg/cm² (imagine o peso de mais de dois homens adultos em cima de uma área equivalente a unha de seu dedo indicador, por exemplo). Mas, neste caso, o concreto que está sendo oferecido chega a alcançar 30 MPa (ou seja, mais de três homens adultos em cima da sua unha).

Devido a essas mudanças, e em função de outras ações gerenciais, a produção relacionada à moldagem de estacas tem crescido de maneira exponencial. Na segunda semana de atividades, a quantidade de estacas executadas dobrou e, na terceira semana, a quantidade dobrou novamente.

Atualmente foram executadas mais de 35 estacas e a previsão para esta semana é que a produção aumente ainda mais.

Segunda fase inicia com força total no Templo de Salomão

Após vencermos uma das etapas mais difíceis da obra, em que concluímos as escavações, demolições e contenções, trabalhando em uma época de chuva intensa, podemos, finalmente, chegar à chamada fase II da obra de edificação do Templo de Salomão.

Desde o dia 29 de abril foi oficializado o início da segunda fase da obra, que perdurará até a inauguração do empreendimento. E, apesar do início oficial ter ocorrido na semana passada, já havíamos iniciado uma série de preparativos para os trabalhos poderem ser adiantados. Por exemplo, duas novas máquinas de hélice contínua já estão na obra, sendo que uma delas já está pronta para o início dos trabalhos. Serão centenas de estacas de quase 25 metros (m) de profundidade, que serão executadas nos próximos dias.

Para isso, milhares de medições topográficas de alta precisão estão sendo feitas para verificar a posição de cada estaca. Para se ter uma idéia, uma medida horizontal de 150 m não apresenta diferença maior que 1,5 centímetros (ou seja, um erro menor que 0,01%).

Outro trabalho importante é o avanço do tapume definitivo da obra. Tal tapume não servirá apenas como um fechamento do terreno, ele será um grande painel que embelezará toda a obra, com imagens impressionantes do futuro Templo de Salomão. Em poucas semanas nós teremos um visual totalmente diferente em volta do terreno.

Novos funcionários, equipamentos, ferramentas e insumos chegam à obra todos os dias. Em pouco tempo, uma série de pessoas estarão trabalhando de maneira intensa na obra, não parando mais, até a inauguração, em 2014.

Escavações do Templo de Salomão

Você sabia?

Até a conclusão das obras de terraplenagem, demolições e contenções, deverão ser retirados do terreno aproximadamente 145.000 m³ de solo e entulho. Porém, tais valores são medidos antes de se fazer o corte, ou seja, o solo ainda está compactado. Quando o solo é escavado ele se desagrega e torna-se cerca de 30% mais volumoso. Assim, teremos aproximadamente o equivalente a 188.000 m³ de solo e entulho a serem transportados por caminhões, para “bota foras” devidamente credenciados junto aos órgãos ambientais.

Cada caminhão carrega em média de 11 a 12 m³ de solo (ou entulho) desagregados. Ou seja, para se carregar todo o material escavado na obra, serão necessárias cerca de 17.000 viagens. Se considerarmos que cada caminhão tem em média 10m de comprimento, o número de caminhões que sairá da obra, equivalerá a uma distância de 170.000m ou 170km. Essa é uma distância suficiente para uma viagem de ida e volta até Praia Grande (Litoral de São Paulo) ou ainda uma viagem de ida até a cidade de Piracicaba (interior de São Paulo).

Até a presente data, já ocorreram mais de 12.500 viagens. Refazendo o raciocínio acima, teríamos uma fila de caminhões com aproximadamente 125km de comprimento. Tomando como referência a cidade de Piracicaba, até este momento, chegaríamos à cidade de Americana (interior SP), poucos quilômetros após Campinas (interior SP).

Conclusão: faltam apenas alguns poucos quilômetros para completarmos nossa “viagem” até Piracicaba.

Chuvas prejudicam obras do Templo de Salomão – IGREJA UNIVERSAL

Batemos os recordes de chuva na cidade de São Paulo. Segundo a medição oficial, que ocorre pelo Mirante de Santana, caíram, aproximadamente, 500 mm de chuva na região Metropolitana da capital paulista. Utiliza-se um aparelho chamado ‘pluviômetro’ para obter essa medição. Tal aparelho mede uma relação de “milímetros de chuva que caem em um metro quadrado de área”. Ou seja, para cada 1 mm de chuva registrada no pluviômetro, entende-se que 1 litro de água caiu em 1 m² de área.

A fim de obter os dados reais e exclusivos da chuva que vem caindo no terreno onde está ocorrendo a obra do Templo de Salomão, instalou-se um pluviômetro próprio. E, durante o mesmo mês de janeiro de 2011, o aparelho registrou 672 mm de chuva. Ou seja, em relação à média obtida na cidade de São Paulo como um todo a região do Brás, na zona leste da capital paulista, onde se encontra a obra, recebeu quase 35% mais chuvas.

Para se ter uma idéia, 672 mm de chuva é o equivalente a 672 litros de água acumulada em 1 m² de área. Como o terreno do Templo de Salomão tem aproximadamente 29.000m², a obra recebeu o equivalente a 19.488.000 de litros de água ou 19.488 m³ de água no mês de Janeiro. Isso equivale a um lago com as seguintes medidas 100m x 100m de largura e quase 2 m de profundidade. É água suficiente para manter quase 1.000 famílias de 4 pessoas sendo abastecidas durante um mês inteiro.

Ou seja, a obra do Templo de Salomão funcionou, e ainda funciona, como um grande “piscinão” (foto ao lado), que acumula água durante as tempestades e, no momento certo, sem causar impactos à vizinhança, lança essa água para as galerias de águas pluviais. Antes desse lançamento, porém, a água passa por um processo de decantação (quando ocorre a passagem de líquido de um recipiente para outro, com a finalidade de separá-lo das impurezas), o que elimina quase 100% dos sólidos (solo) presentes.

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