Moldagem das estacas no Templo de Salomão construido pela IURD

Executar uma obra do porte do Templo de Salomão já foi um desafio enorme nos tempos bíblicos e, como não podia deixar de ser, a ordem de grandeza dos desafios continua sendo a mesma, senão maior. Portanto, não há tempo para ser desperdiçado na tomada de decisões sobre este projeto. As ações implementadas com relação à execução das fundações são um exemplo disso.

Além do mais, a moldagem das estacas foi um avanço técnico na qualidade de traços de concreto – mais adequados ao bombeamento – seja para as diferentes situações de moldagem, seja para as diferentes máquinas (em um total de três, atualmente). Desta forma, a fluidez do concreto e sua homogeneidade foram melhoradas mudando os tipos de agregados, sua mistura, dentre outros detalhes técnicos, permitindo que o desperdício fosse radicalmente reduzido, o que também garante uma alta resistência final do concreto.

Só para se ter uma ideia, o projeto exige uma capacidade de resistência à compressão do concreto de 20 MPa. Isso equivale a uma pressão de 200 kg/cm² (imagine o peso de mais de dois homens adultos em cima de uma área equivalente a unha de seu dedo indicador, por exemplo). Mas, neste caso, o concreto que está sendo oferecido chega a alcançar 30 MPa (ou seja, mais de três homens adultos em cima da sua unha).

Devido a essas mudanças, e em função de outras ações gerenciais, a produção relacionada à moldagem de estacas tem crescido de maneira exponencial. Na segunda semana de atividades, a quantidade de estacas executadas dobrou e, na terceira semana, a quantidade dobrou novamente.

Atualmente foram executadas mais de 35 estacas e a previsão para esta semana é que a produção aumente ainda mais.

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