JEJUM DE DANIEL – Bispo Romualdo

Ninguém, na realização de um grande sonho ou na busca de uma conquista material, seja ela qual for, pode dizer, nas entrelinhas: “Ah, que dia!”. Mas, no dia em que essa pessoa for possuída pelo Espírito Santo, aí sim, ela poderá dizer: “Ah, que dia!!!”.

Porque o Espírito Santo está acima de qualquer realização de sonhos e acima de qualquer bênção material, qualquer que seja! Porque esse momento é tão especial, glorioso e maravilhoso, que nada se compara ao que o ser humano recebe nesse dia! É claro que, para que esse dia aconteça, terá que haver uma entrega. E isso requer sacrifício.

O que é mais fácil: a conquista material, a realização de um sonho pessoal ou a conquista espiritual? É claro que é a conquista material! Se, para conquistar o que é material, que é mais fácil, a pessoa faz o sacrifício que faz, imagine para conquistar o espiritual, que é mais difícil? Tratando-se de bens materiais, sacrifica-se não pela mudança de vida. Imagine, então, o sacrifício a ser feito por uma mudança de vida, pois é o que acontece quando a pessoa é possuída pelo Espírito Santo.

A partir desse dia, ninguém lhe irá perguntar: “Onde está o seu Deus?”, porque Ele será visto em você!!! Nem sempre mostramos Deus através de uma conquista ou de um milagre, mas Deus é sempre visto na vida transformada dos possuídos pelo Espírito Santo.

 

Bispo Romualdo

5º Jejum de Daniel na Igreja Universal – IURD

Durante a programação da IURD TV desta sexta-feira, o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), falou que todos aqueles que acreditam em Deus devem saber aliar a sua fé a sua crença. Ele também anunciou que no dia 13 de agosto inicia-se a 5º edição do “Jejum de Daniel”.

“Quando a pessoa crê, ela age, toma uma atitude; mas quando ela não crê, não alcança nada de Deus e então passa a se sentir frustrada diante da situação. Quero deixar claro que a culpa não é de Deus, pois o que Ele tinha que fazer já fez, porém a nossa parte é somente receber, aceitar, crer e acreditar em Suas promessas”, disse.

Ainda durante a mensagem, o bispo anunciou que no próximo dia 13 de agosto, a IURD começará os 21 dias do Jejum de Daniel. Propósito este que já teve quatro edições realizadas e trouxe excelentes resultados na vida daqueles que se lançaram de corpo, alma e espírito. Durante essa campanha de fé, milhões de pessoas espalhadas pelo mundo foram batizadas com o Espírito Santo, entre elas muitas crianças que tiveram uma inesquecível experiência com Deus.

“Quero dizer que começaremos o Jejum de Daniel, mas desta vez haverá um diferencial, pois nesta próxima segunda-feira todos os bispos e pastores estarão jejuando por 12 horas, durante os sete dias que antecedem a campanha de fé. Este jejum será realizado pela vida financeira de todos os dizimistas da casa de Deus”, afirmou.

O bispo também enfatizou a importância dos fiéis participarem das reuniões na próxima semana,para que passem pelo altar da igreja.: “Gostaria que todos fizessem um esforço para participarem das reuniões durante esses sete dias. Os dizimistas subirão no altar e será como se estivessem subindo no próprio Monte Sinai, o Monte de Deus”.

O jejum

O jejum é aberto a todas as pessoas que queiram, de fato, nascer de Deus e desejam um compromisso com Ele. Serão 21 dias de abstinência de todo o tipo de informação, tevê, rádio, filmes, novelas, programas seculares, lazer e entretenimento. Quem participar poderá alimentar-se espiritualmente de conteúdos de fé como mensagens, programas evangelísticos da igreja e leitura bíblica.

Fonte: Arca Universal

Os problemas decorrentes de ‘morar junto’ antes do Casamento


Juntar os trapos e ir morar com o parceiro antes do casamento pode parecer uma boa forma de “testar” se o relacionamento vai dar certo. Mas muitos casais que passam anos juntos morando debaixo do mesmo teto se divorciam pouco tempo depois do casamento.

Morar junto com um parceiro sem estar casado é uma prática cada vez mais comum. Só nos Estados Unidos, a coabitação aumentou em mais de 1.500% no último meio século. Em 1960, cerca de 450 mil casais não casados viviam juntos no país. Hoje, o número é de mais de 7,5 milhões.

Estatísticas apontam que a maioria dos jovens adultos na faixa dos 20 anos vai viver com um parceiro romântico pelo menos uma vez na vida, e mais da metade dos casamentos acontecem depois que o casal já mora junto. Essa mudança tem sido atribuída à revolução sexual e ao eficiente controle de natalidade. Além disso, dividir as contas torna a coabitação atraente.

Em uma pesquisa realizada em 2001 nos EUA, quase metade dos adultos na faixa dos 20 anos concordaram que só dá para casar com alguém se essa pessoa tiver aceitado morar com você antes, para que seja possível descobrir se o casal vai se dar bem dormindo sob o mesmo teto. Cerca de dois terços dos entrevistados disseram que morar juntos antes do casamento era uma boa maneira de evitar o divórcio.

Mas essa crença é contrariada pela experiência. Os casais que coabitam antes do casamento (e especialmente antes de um noivado ou compromisso) tendem a ser menos satisfeitos com seus casamentos, e mais propensos ao divórcio. Esses resultados negativos são o chamado “efeito coabitação”.

Pesquisadores originalmente atribuíam o efeito coabitação a ideia de que os casais que moravam juntos tinham ideias menos convencionais sobre o casamento, sendo, portanto, mais abertos ao divórcio. No entanto, como a coabitação virou uma coisa comum, estudos indicam que o efeito não é totalmente explicado por características individuais como educação, religião ou política. Pesquisas sugerem que pelo menos alguns riscos podem estar na coabitação em si.

Em parte isso acontece porque a coabitação é algo que “simplesmente aconteceu” durante o namoro, sem uma decisão pensada de um dos lados. O casal começa a ir dormir um na casa do outro para ficarem juntos e porque é mais barato e conveniente. O divórcio também pode ser prático quando o relacionamento não dá mais certo.

Os parceiros geralmente têm visões diferentes da coabitação, mesmo que inconscientemente. As mulheres são mais propensas a ver a coabitação como um passo para o casamento, enquanto os homens são mais propensos a ver isso como uma maneira de testar o relacionamento ou de adiar um compromisso mais sério.

Essa diferença pode criar menores níveis de compromisso mesmo depois que a relação progride para o casamento. Mesmo assim, homens e mulheres concordam que os padrões de vida em um casamento devem ser mais regrados do que enquanto eles apenas moram juntos.

A coabitação é divertida e econômica, mas pode trazer riscos. Depois de anos vivendo juntos entre colegas jovens da mesma idade, o casal pode começar a compartilhar tudo o que leva para a casa, desde animais de estimação até móveis. Mais tarde, isso pode gerar um grande impacto na probabilidade de separação. Quando se tem os mesmos amigos, mobília e animais, é muito difícil romper com a relação.

Algumas pessoas afirmam que nunca teriam se casado se não tivessem vivido juntos em um relacionamento de alguns meses. Outros querem se sentir comprometidos com os parceiros, mas preferem não assumir o compromisso do casamento.

A coabitação está aqui para ficar, mas há coisas que os jovens casais precisam discutir para proteger seus relacionamentos dos seus males. É importante discutir a motivação de cada pessoa e o nível de comprometimento quando passam a morar juntos. Ou seja, é necessário ver se a coabitação será um passo intencional em direção ao casamento, e não apenas um teste.

Fonte: Portal do Casamento

Definindo SUCESSO‏

[RECEBIDA POR EMAIL] O texto que segue abaixo foi escrito para uma formatura da FAAP, por Nizan Guanaes, que foi o paraninfo da turma. Olhe só o que este publicitário escreveu! Deve ser por isso que é um dos melhores redatores do mundo e dono da DM9 (aquela que criou os bichinhos da Parmalat):

Negam Goanas…
Dizem que conselho só se dá a quem pede.
E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns.

Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos. Leia o resto deste artigo »

Cura de Depressão Severa

Quando a corretora de imóveis Rosângela Leão, de 40 anos, chegou à Igreja Universal, estava totalmente debilitada. Há 5 anos, era dependente de medicamentos para dormir e estava com depressão severa. Há 6 anos, ela era divorciada, com a vida financeira bastante abalada.

“Fui internada em clínicas várias vezes e os remédios já não faziam efeito”, relembra. Ao retornar da última internação, Rosângela tentou pular da janela de casa, mas a mãe a impediu.

“Minha mãe aceitou o convite de uma conhecida da família e me levou à IURD.” Na Igreja, ela começou a participar de campanhas, propósitos e orações.

“Em exatas 2 semanas já não tomava mais nenhum medicamento, me reconciliei com meu esposo e voltei ao mercado de trabalho”, comemora.

Participe você também da Corrente dos 70, que acontece as terças-feiras, às 10h, 15h e 19h, na Igreja Universal do Reino de Deus.

QUAL A BASE DA SUA VIDA?

Onde sua vida está fundamentada, na Areia ou na Rocha?

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 1.714 outros seguidores