REUNIÃO DE OBREIROS COM O BISPO EDIR MACEDO

Superando as Decepções na Igreja

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“Ninguém me apoiou.”
“Eu não era importante para ninguém.”
“Você não estava nem aí.”
Essas são algumas das coisas mais difíceis que um pastor pode ouvir de sua congregação, estejam elas se referindo diretamente a ele ou não. Essas situações também são algumas das mais agressivas que um membro pode acusar a igreja e, sem dúvida, das mais doloridas que um membro da igreja pode sentir. Mesmo assim, esses sentimentos acontecem, e esses pensamentos são verbalizados, muito freqüentemente na vida da igreja.
É fácil imaginar o que leva as pessoas a não sentirem amadas.
Um pastor que não visita uma família que perdeu de forma trágica uma filha em um acidente de carro.
Um casal visita igreja por seis meses. Eles nunca foram chamados para conversar com o pastor. Então começam a procurar por outra igreja.
Um estudante recém formado se sente invisível porque é solteiro e tímido. Ninguém se esforça para conhecê-lo. Após alguns meses saindo rapidamente da igreja após o culto para não ficar lá isolado, ele desiste da sua igreja, e talvez de qualquer igreja.
Um jovem rapaz é chamado ao conselho da igreja porque engravidou a namorada. Ele nunca se encontrou com o conselho assim, e se sente enfrentando a inquisição. Ele não nega que pecou, mas o cuidado pastoral que está recebendo não parece muito amoroso.
Uma das famílias mais tradicionais da igreja começa a faltar alguns cultos.
Eventualmente, eles não aparecem mais. Quando você finalmente nota, já faz uns seis meses que eles sumiram. Quando você telefona para saber o que aconteceu, já é tarde demais.
Uma jovem que acabou se tornar mãe percebe que não foi convidada para o estudo bíblico das mães. Ela não sabe o porquê ao certo, mas imagina que tem algo a ver com seu passado. Após um ano se sentindo isolada, sua família deixa a igreja por causa de seus grupos fechados.
Existem muito mais situações desse tipo, todas muito doloridas, para as ovelhas e para os pastores. Como devem responder então os membros da igreja quando eles não se sentem amados, apoiados, ou se sentem como estrangeiros em sua própria igreja? E como devem responder os líderes da igreja quando são criticados por não se preocuparem com os membros ou a igreja falha por não ser muito amável?
A resposta mais fácil é assumir que o outro lado está sempre errado. Eu já conversei com cristãos (não necessariamente os da minha igreja) que mantém uma extensa lista de mágoas com a sua igreja. Eles nunca consideram que talvez sejam mais do que apenas vítimas indefesas. Eles talvez sejam parte do problema. Por outro lado, eu já estive em reuniões de pastores onde a grande afirmação por trás das conversas, piadas e reclamações é que eles têm servido fielmente, mas a igreja simplesmente não percebe.
Os dois lados seriam mais bem servidos se questionassem alguns pontos antes de baterem o pé e tirarem conclusões precipitadas.
Pastores e líderes, na próxima vez que forem criticados por não serem amáveis ou cuidadosos, se perguntem:
1. Nós temos algum mecanismo para conhecer pessoalmente nossas ovelhas? Como líderes, nós prestaremos contas pela forma como cuidamos das almas das outras pessoas (Hebreus 13.7). A Bíblia não ordena apenas uma forma única de cuidar da membresia, nós devemos trabalhar para ter algum processo que funcione. Se nunca perguntarmos “como a congregação está?”, ou ainda melhor, “como você, meu irmão, está?”, não podemos ficar surpresos ao acharmos muitas pessoas desapontadas.
2. Nós temos alguma forma de descobrir quando as pessoas não estão freqüentando culto? Você pode dar uma olhada, perguntar para os amigos ou se informar na recepção, mas nós precisamos ter uma idéia geral de quem não está sendo fiel à membresia do culto. No Livro de Ordem da minha Igreja estipula que sempre falemos sobre isso nas reuniões do conselho de líderes. O primeiro passo para descobrir quem está sumido é começar a procurar e começar a falar sobre isso.
3. Estamos confrontando os grupos fechados na nossa igreja? A linha que separa uma comunidade de uma elite é tênue. Mas se há uma diferença central, é a abertura. Uma comunidade saudável recebe bem as pessoas novas. Uma elite procura formas de manter as pessoas novas do lado de fora. Pastores precisam confrontar o problema dos círculos fechados de forma direta – na pregação, nas decisões da igreja, e nas conversas pessoais. Os líderes também deve se assegurar de não estarem em grupos fechados. É bom ter bons amigos. Mas os amigos que excluem todos os outros são muito ruins.
4. Há maneiras fáceis e identificáveis de os tímidos e mais reservados se envolverem e serem conhecidos pelos outros? Os mais enturmantes e extrovertidos se sentirão em casa, na igreja, rapidamente. Mas ‘pontos de entrada’ bem divulgados e convites pessoas são necessários para muitos outros.
5. É possível que estejamos mais em falta do que imaginamos? Liderar não significa dizer que está errado toda vez que o Senhor Sensível se sente ofendido. Mas significa estar sempre aberto para a possibilidade que você errou mais do imagina.
6. Temos feito promessas que não cumprimos? Não há nada mais perigoso do que boas intenções bem divulgadas e mal executadas. A liderança cria um programa de visitação às famílias, mas só visitam metade. Um pastor promete continuar uma conversa ali no hall de entrada da igreja após atender o celular, mas acaba esquecendo. A igreja promete que todos os membros terão um mentor, mas no fim das contas não há mentores o suficiente. Não crie expectativas tão altas que você fatalmente não alcançará.
7. Os críticos são sempre críticos? Pastores podem perder tempo com murmuradores. Quando o fazem, eles geralmente estão muito cansados para prestar atenção quando membros leais oferecem críticas bem fundamentadas. Não devemos gastar muito tempo ouvindo as reclamações de sempre, exceto aquelas que vêm de um novo reclamão. Em outras palavras, considere a fonte das críticas, e lembre-se que “Quem fere por amor mostra lealdade.” (Provérbios 27.6)
Quanto aos feridos e desapontados, antes de criticar seus líderes, se pergunte:
1. Eu pedi ajuda? Pastores e líderes não são oniscientes. Mesmo com as melhores estratégias de pastoreio, as pessoas cometem falhas. Se você realmente precisa de ajuda, não deixe de pedir. Eu sei que todos querem ser notados. Mas é difícil para uma dúzia de pessoas notarem cinco mil, ou vinte e poucos notarem dois mil. Ajude os seus líderes a te ajudarem.
2. Eu deixei de lado as oportunidades de me encaixar e conhecer pessoas? Antes de reclamar que você esteve na igreja por seis meses e não conheceu ninguém, pense nas maneiras que você pode fazê-lo nos próximos seis. Há algum pequeno grupo que você pode frequentar? Há um culto mais informal que você pode comparecer? Que tal se oferecer para ajudar no berçário na próxima vez que precisarem? Você tentou aparecer nas reuniões de esportes ou de oração? 90% de “amar e ser amado” é comparecer.
3. É realista imaginar que os líderes podem dar tanta atenção pessoal para todos os membros da igreja quanto eu imagino que deveriam? É fácil pensar “tudo o que eu queria era uma visita. Não me diga que eles estavam tão ocupados que não poderiam reservar apenas uma noite para a minha família”. Mas lembre-se que você não é o único membro da igreja. Se a quantidade de carinho que você espera de seus líderes não pode ser multiplicada pelo número de pessoas da igreja, talvez você esteja esperando além da conta. Se você quer tudo, sempre estará desapontado.
4. Se eu realmente queria ser amado e notado, porque deixei de aparecer? De um lado, líderes da igreja deveriam saber quando os membros da igreja se desviaram. Bons pastores mantêm os olhos nas suas ovelhas. Por outro lado, se as ovelhas querem ser cuidadas pelo rebanho, elas não devem se afastar dele. As pessoas se magoam quando sua ausência na igreja não é notada. Mas eu tenho dificuldade em sentir muita simpatia nesse caso, a não ser que você esteja lidando com alguém com problemas de reclusão ou alguém cuja ausência não é voluntária. Não fuja se você quer ser achado.
5. Estou disposto a considerar que eu esteja mais em falta do acredito estar? Se parece que seus líderes nunca fazem nada certo, talvez seja você que está dificultando a vida – a sua e as deles.
6. É possível que eu tenha deixado de lado as maneiras que o corpo de cristo cuidou de mim porque eu esperava que uma parte diferente do corpo fosse atrás de mim? Algumas vezes os membros da igreja vão dizer “Tudo bem, meu pequeno grupo me mandou cartas, mas o pastor nunca telefonou”. Ou “Sim, os pastores sempre foram muito amigáveis comigo após o culto, mas ninguém da minha idade falou comigo”. Ou “Eu sei que os líderes se importam comigo, mas isso é o trabalho deles”. Ou, ao contrário, “Certo, meus amigos oraram por mim, mas eu nunca soube que os líderes o fizeram”. Antes de se preocupar com isso, lembre-se que o objetivo do corpo é cuidar do corpo, e não que o ombro sempre receba uma massagem especial da sua mão favorita.
7. Em geral, eu acho essa igreja e esses líderes pouco amáveis e cuidadosos? Se a resposta é sim, e você lida bem com a Questão 5, então talvez você precise de uma igreja diferente. Mas se a resposta é não, pense em dar uma segunda chance para seus líderes. Talvez eles tenham apenas dado uma mancada. Todos nós erramos de vez em quando. Eu sei que eu erro. Talvez eles estivessem muito ocupados e deram bobeira. Ou talvez você não saiba da história toda. De qualquer forma, não deixe que um equívoco afete a impressão que você tem da igreja.
Tanto para ovelhas como para pastores, os ingredientes indispensáveis para viver juntos são amor e humildade. Amor para cuidarmos dos outros como queremos ser cuidados. Humildade para considerarmos que talvez estamos em falta. É inevitável nos decepcionarmos com a igreja. Mas isso não precisa destruir a unidade do corpo de Cristo. O Senhor pode usar nossas mágoas para nos fazer lentos para falar e prontos para ouvir.

Testemunhos de Cura na Reunião da Família dos Obreiros

Demônio fala do ‘Galardão do Inferno’

Sintomas do joio e frutos do trigo – Estudo do Bispo Sérgio Correa

Com o passar dos 34 anos, a igreja cresceu de uma forma gloriosa, e todos nós, que acompanhamos esse trabalho, temos vivido essa alegria e satisfação de ver os celeiros de Deus cheios de frutos das sementes que foram plantadas com muito sacrifício e dor. No entanto, com o passar dos anos, além do trigo cresceu o joio. Observamos que a Igreja Universal segue os passos do Senhor Jesus em todos os sentidos: nas vitórias, nas maravilhas, nas perseguições, nas tribulações, nos verdadeiros e nos falsos seguidores de Jesus.

O trigo e o joio sempre estiveram presentes entre aqueles que se dizem de Deus. Mas como identificá-los, se são tão parecidos? Em um campo que se estende por todo o mundo, no qual encontramos frequentadores, membros, obreiros, pastores e bispos, quem é quem?

Sintomas do Joio
 1- Uma das características mais comuns do joio é a hipocrisia, ele não é verdadeiro, não é autêntico, as palavras que saem de sua boca não correspondem ao que está no coração. “Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e iniquidade.” Mateus 23.28
2- Humildade: esta palavra não existe no dicionário do joio. Observe que, se você segurar em uma das mãos, o joio é ereto, porque não há fruto dentro dele que pese e o faça curvar-se. O joio sempre se considera melhor do que os outros, nada do que os outros façam tem valor. O joio tem olhar altivo, ou seja, está sempre olhando os outros de cima para baixo, o orgulho lhe é peculiar, veja a situação do fariseu e do publicano, Lucas 18.9-14.
3- É muito comum o joio fazer de tudo para prejudicar o trigo, a ponto de torturá-lo com calúnias e difamações, tentando destruí-lo, mas sempre de uma forma sorrateira e camuflada, mostrando-se sereno por fora, porém venenoso por dentro. A exemplo de Judas, que durante três anos conviveu com Jesus e os discípulos, e nenhum deles, exceto o nosso Senhor, é claro, percebeu sua verdadeira identidade de traidor e hipócrita.
Frutos do Trigo 
1- Já o trigo tem como característica marcante sua autenticidade. Ele é verdadeiro, sincero, de uma só palavra, “sim sim, não não”, sua vida é um livro aberto, pois ele é transparente em tudo. Afinal, o Espírito de Deus é quem habita nele, sua luz brilha de tal modo diante dos homens, que glorifica o Pai celestial em suas atitudes e até ilumina quem está ao seu redor. Mateus 5.14-16
2- Os frutos do trigo fazem a diferença entre ele e o joio, e com o peso desses frutos, o trigo acaba se curvando. Observe, quanto mais frutos do Espírito Santo no trigo, mais ele reconhece a grandeza de Deus em sua vida, diminuindo-se a cada dia, ele se enxerga como um bisturi nas mãos de um cirurgião. Veja que numa cirurgia bem-sucedida, o paciente sempre dirige seus elogios ao médico-cirurgião e nunca ao bisturi, ou à pinça, ou à tesoura que ele usou, não é verdade? Então, o trigo reconhece que precisa estar sempre bem afiado e esterilizado para ser usado pelo seu Criador.
 3- A exemplo do Senhor Jesus, o trigo foi, é e sempre será perseguido, seja por aqueles que estão fora ou dentro, pois, ele segue firmemente as pegadas do seu Senhor, o qual já havia previsto isso em João 15.18-21.
 Voltando a falar do joio, ele se morde de inveja ao ver os frutos do trigo enchendo os celeiros do reino do nosso Deus, e aí se torna um aliado do diabo para perseguir e tentar prejudicar o trigo. Você é trigo ou é joio? Quem o plantou no campo da fé? Pense nisto.
Deus abençoe a todos.
Bispo Sérgio Correa

Após vigília, obreira da IURD sobrevive a tiros na volta para casa

A vida para o cristão nunca é ou será de extrema alegria e bençãos o tempo todo. Momentos de adversidades servem para fortalecer a fé daqueles que buscam a Deus de verdade. Muitas são as pessoas que pensam que pelo simples fato de estarem na igreja estão livres de problemas, e que nada poderá acontecer com elas, no entanto, isso é um engano. Buscar a Deus é um requisito que contribui para uma comunhão maior e, nos momentos difíceis, dá forças para permanecer firme.
Na segunda vigília dos obreiros, realizada no último dia 29, um acontecimento chamou a atenção da igreja para a preocupação dos obreiros com relação à salvação. Após o evento, a cabeleireira Antonia de Jesus (foto ao lado), de 43 anos, obreira há 12, ao chegar de carro no portão de casa, foi surpreendida por dois homens encapuzados. Um deles, sem lhe perguntar nada, ou anunciar assalto, desferiu três tiros, sendo um direto na cabeça dela, que ainda consciente, conseguiu pedir socorro à polícia.
Após a ação, os criminosos fugiram sem pronunciar uma palavra e sem levar nada. Assustada e sem saber o que realmente acontecia, a obreira lembra que, momentos antes, quando os avistou se aproximando, pediu a Deus o livramento. “Quando ele (o rapaz) desceu, eu já o vi com o revolver na mão, aí eu já amarrei o diabo, pedi a Deus para amarrar o diabo”, lembra.
 
Certeza de que ficaria viva
No momento em que terminou a oração, o tiro foi inevitável. Mesmo assim, Antonia acreditou que Deus iria livrá-la e que o projétil não a perfuraria. “Passou na minha cabeça que eu não iria morrer. Eu tinha certeza, naquele momento, que aquela bala não ia entrar na minha cabeça. Eu tinha certeza que não iria acontecer nada comigo,” afirma.
Já no hospital e totalmente lúcida, os médicos não acreditaram quando lhe perguntaram em qual região do corpo o tiro havia acertado. “Na cabeça”, ela respondeu tranquila.
Antonia passou por uma cirurgia no local, para a retirada da bala, mas os médicos encontram o projétil envolto em uma pequena mecha de cabelo, numa espécie de rede protetora, causa que impediu a perfuração no crânio.
A convicção da salvação
Recuperada, sem sequelas e de volta às atividades, durante entrevista concedida ao programa Obreiros em Foco, realizada pelo Bispo Sergio Corrêa, responsável pelos obreiros da IURD de todo o mundo, ela revela a certeza de que se tivesse morrido naquela situação estaria salva, pois, para ela, a sua vida com Deus é a principal forma de se manter forte na presença dEle.
“A minha vida com Deus é individual de qualquer coisa. E uma coisa que eu sempre falo pra Deus é que eu nunca quero morrer e ir para o inferno, porque eu já passei pelo inferno”, conclui.
O bispo ainda alertou os obreiros para a importância de se ter a vida entregue a Deus, de ser fiel e manter a fé firmada nEle, para que assim sejam guardados de todo o mal e abençoados sobremaneira.
Acompanhe a  entrevista:

Igreja Universal está valorizando cada dia mais os Obreiros

Desde 1977, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) conta com a ajuda dos obreiros para levar a Palavra de Deus aos necessitados. Foram milhares de reuniões, campanhas, vigílias, entre outros eventos voltados exclusivamente para aqueles que se abriram a um chamado específico, ao trabalhar voluntariamente em prol da colheita espiritual, empenhando-se na evangelização e conversão das pessoas ao Senhor Jesus Cristo.

Por causa desse desprendimento em servir a Deus, há muitos testemunhos de mudança de vida em meio aos obreiros. É o caso do aposentado João de Oliveira Santos, de 68 anos, que faz parte da IURD há 30 anos. Emocionado por colaborar com esta grande Obra evangelística desde o seu início, ele fez questão de explicar o motivo de se manter como membro fiel por tantos anos: “Quando cheguei à IURD estava totalmente fracassado, saía de um divórcio, era mulherengo, nada dava certo para mim e a Igreja, como uma verdadeira mãe, me acolheu e me mostrou o caminho certo a seguir”, explica. Santos foi um dos primeiros membros da primeira IURD inaugurada no estado de São Paulo, e lembra com detalhes a trajetória dela durante todos esses anos.

E a colheita de depoimentos do poder de Deus aumenta a cada dia entre esses voluntários. Em janeiro deste ano, o casal de obreiros José Joaquim Armando e Engrácia Armando passava por momentos difíceis, pois não conhecia o Senhor Jesus. Antes de frequentarem a IURD de Namíbe, província de Angola, e se tornarem obreiros, os dois enfrentaram doenças, perseguições de amigos e da família, humilhações, pesadelos e outros problemas. Na busca da solução, recorreram a diversas denominações religiosas, sem alcançar qualquer resultado satisfatório.

“Vivíamos em uma casa alugada e os nossos baixos salários não permitiam a compra de uma casa própria. Depois de muitos anos de sofrimento, fomos evangelizados por um vizinho, que havia muito tempo estava sensibilizado com nossos problemas. Decidimos aceitar o conselho dele e ir aos cultos da IURD. Na igreja, começamos a fazer os nossos propósitos, orações e participamos da Fogueira Santa de Israel. Foi então que começamos a notar grandes mudanças em nossas vidas. Hoje podemos afirmar que Deus tem nos abençoado muito e não nos deixa faltar nada”, relata o casal.

Somente no Brasil, cerca de 140 mil obreiros fazem parte desta Obra, sem contar os milhares espalhados pelo mundo.

Fé e revolta pelo mundo

A IURD está presente em diversos países com idiomas muito diferente do nosso. No Japão, por exemplo, a Igreja atua desde 1995 e venceu as barreiras e as dificuldades da língua, levando vidas à salvação eterna.

Com cerca de 20 templos em províncias como Mie-ken, Shiga, Gifu e Hamamatsu, a IURD realizou uma reunião com obreiros e candidatos a obreiros de todo o Japão, em janeiro deste ano, onde ouviram sobre a importância de viver sob a justiça do Altíssimo.

Podemos dizer que este mover no Japão deu-se, inicialmente, em julho de 2011 (foto ao lado), também em Hamamatsu, quando obreiros e evangelistas se reuniram e colocaram em prática a fé da revolta na “Fogueira Santa da Revolta”, declarando, assim, guerra contra o mal.

Caravanas do Resgate

A Caravana do Resgate é um encontro que acontece para resgatar aqueles que um dia serviram a Deus e se encontravam perdidos. É uma ação que acontece sempre em diversos estados do País.

A “Caravana do Resgate” já percorreu diversos estados do Brasil, e em janeiro de 2012, mais de 25 mil obreiros e ex-obreiros do Rio de Janeiro – cidade onde a Igreja Universal iniciou o seu trabalho evangelístico – puderam participar da oração de libertação e avivamento.

Em abril deste mesmo ano, Manaus  (foto ao lado) já havia sido impactado com a realização de duas “Caravanas do Resgate”, que resultou na volta de milhares de pessoas aos caminhos de Jesus. Um dos testemunhos é o casal Joana Dark e Welison Ruben que conquistaram a restauração em suas vidas  após participar  do evento. “Entregamos nossa vida ao Senhor Jesus e recomeçamos tudo. Hoje podemos dizer que Deus restaurou nossas vidas. Encontramos a verdadeira felicidade, pois Deus nos deu uma nova chance”, comemoram.

No Pará, em maio de 2012, cerca de 25 mil pessoas participaram da segunda “Caravana do Resgate”, ministrada pelo bispo Sérgio Correia, responsável pelos obreiros do Brasil, que retornou à capital paraense justamente para esta reunião.

O bispo Sérgio Correia foi escolhido no final de 2011, por intermédio do bispo Edir Macedo, direcionado pelo Espírito Santo, para exercer o papel de liderar os obreiros da IURD no Brasil e no mundo. “Quando recebi esta notícia, tive duas reações: primeiro, felicidade de o Espírito Santo ter me escolhido para esta missão. Depois, responsabilidade e grande temor por saber da força deste trabalho, porque os nossos obreiros representam o braço direito da Igreja e são a base de todo o ministério do pastor, pois cada um deles já foi um obreiro. Essa responsabilidade é muito grande, mas Deus é maior que ela e nos dará a direção”, destaca.

Obreiros na IURD TV

Desde dezembro de 2011, o bispo Sérgio Correia também comanda, ao vivo, o programa “Obreiros em Foco”, todas as segundas-feiras, às 22 horas, pela IURD TV.

O espaço é destinado para esclarecimentos de dúvidas relacionadas ao universo dos colaboradores e também para que eles compartilhem com todos as experiências vividas durante o trabalho na Obra de Deus.

A notícia foi recebida com alegria pela moderadora de web Jeane Vidal, de 40 anos, obreira do Cenáculo do bairro Jardim Brasília, zona leste de São Paulo. “Faço a Obra de Deus há 19 anos e fiquei muito feliz em saber que teremos um programa só nosso. Deus é maravilhoso! O Espírito Santo conhece a necessidade dos seus servos, por isso, deu essa inspiração ao bispo Macedo. Tenho certeza que haverá um avivamento no corpo de obreiros, muitos soldados feridos serão resgatados e tratados para estarem de volta à frente de batalha. E Deus escolheu o bispo Sérgio Correia para cuidar desse exército. Vamos arrebentar!”, comemora.

À disposição dos sofridos

Para servir a Deus, a IURD consagra obreiros em reuniões especiais, como a que aconteceu em janeiro de 2012, no Cenáculo do Espírito Santo, no Brás, zona leste da capital paulista, durante a Concentração de Fé e Milagres.

Familiares e amigos foram convidados para prestigiar a consagração com o santo óleo da unção, que representa um momento muito especial na vida espiritual dos obreiros da casa de Deus.

Uma das reuniões em destaque é a que aconteceu em dezembro de 2011, quando milhões de obreiros de todo o Brasil se reuniram nos principais templos da Igreja Universal do Reino de Deus, para acompanhar a mensagem do bispo Edir Macedo que, por videoconferência, exortou a todos a respeito da necessidade do batismo com o Espírito Santo (foto acima).

“De uma forma direta ou indireta, vocês fazem parte do exército de Deus. Muitas outras pessoas também faziam, mas, com o decorrer do tempo, trocaram a bênção de Deus por um prato de lentilhas, por um amor proibido. Elas acabaram desanimando na fé e estão do outro lado. Mas o que leva a pessoa que um dia teve uma experiência com Deus a desistir? A resposta é que elas não foram batizadas com o Espírito Santo, porque quando a gente tem o Espírito Santo, Ele não permite que deixemos a fé, de forma nenhuma”, explicou.

Ao longo destes 35 anos, pode se afirmar que este é o segredo que mantém milhões de servos de Deus sempre dispostos a ajudar ao próximo, dedicando-se como sacrifício vivo aos necessitados: o selo do Espírito de Deus.

Fonte: Arca Universal

Programa ‘Obreiros em Foco’ e ‘Vigília do Avivamento 25/05′

Programa Completo “OBREIROS EM FOCO” – Bispo Sérgio Correa – 08/05/12

Eles não acreditavam que eram demônios na IGREJA UNIVERSAL – IURD

Este filme necessita de Adobe Flash para ser reproduzido.

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