Filho de fiel da Igreja Universal é salvo de tragédia em Santa Maria na boate Kiss

Domingo, dia 3 de fevereiro, 7 dias após a tragédia, em Santa Maria, que abalou o mundo, o País ainda sofre com momentos de comoção e dor, pois  muitas vítimas continuam lutando em uma cama de hospital para sobreviver.  Neste dia, uma mãe subiu ao altar do Cenáculo do Espírito Santo em Porto Alegre, na Avenida Júlio de Castilhos, 607, Centro, para relatar como o filho conseguiu escapar do incêndio.

A membro Medianeira (foto ao lado) conta que lutou pelo filho 8 anos, chorava e clamava no altar. Fez também um voto com Deus. Nesta época, o filho passou a frequentar a igreja e depois saiu, se afastando por um ano.

Ela permaneceu fiel em seu clamor e em seu voto, porém, Mateus voltava para casa na madrugada bêbado e  com cheiro de cigarro. Mesmo assim, ela não brigava com ele, antes, após dar um beijo de boa noite, dobrava os seus joelhos e o entregava a Deus.

Na madrugada de domingo, dia que aconteceu a tragédia em Santa Maria, ela disse para o filho “Se cuida”,  o abençoou e o entregou nas mãos de Deus.

Medianeira é técnica de enfermagem e foi uma das primeiras a saber que a boate onde seu filho estava pegou fogo. Ela lembra que, na hora, desceu e foi ajudar os feridos, e, mesmo ocupada com as vítimas, clamou a Deus e disse: “Neste momento, eu entrego o meu filho em teus braços, eu não aceito perder a alma dele”.

Diante das muitas mães chorando, gritando de desespero porque haviam perdido os filhos, o telefone dela tocou, quando pôde ouvir a voz do filho. Neste momento, ela percebeu que os seus votos haviam sido atendidos por Deus.

Você que talvez esteja sofrendo por ver seus filhos nos vícios, na prostituição, nos caminhos de dor e sofrimento, e se sente impotente para ajudá-los, participe desta Concentração de fé e interceda por eles, pois Deus é fiel e justo para atender o clamor e o voto de uma mãe. Domingo, às 9h30 da manhã, em todos os Cenáculos do Espírito Santo.

Confira abaixo o relato emocionante desta mãe, que não desistiu de lutar pelo filho:

Cura e Milagres: Câncer de colo de útero

Após um exame, a diarista Márcia Guimarães Marques, de 41 anos, descobriu que tinha câncer de colo de útero. “Precisava me submeter a sessões de quimioterapia três vezes na semana por 1 mês para remover o tumor, que media seis centímetros. Caso contrário, seria necessário remover o útero”, lembra.

Consciente da importância de ter fé em parceria com o tratamento, Márcia participou de reuniões na IURD. “Exercitar a fé foi importante, pois Deus me deu forças para vencer a doença.”
Após muita luta, ela fez outro exame. “Para minha felicidade, foi constatada a cura”, finaliza.

IGREJA UNIVERSAL – ONDE O MILAGRE É COISA NATURAL

EU DEVERIA ESTAR MORTO – Damien Jackson


Quem diria… Quem te viu, quem te vê… É ele mesmo? Esses são comentários feitos por quem vê as fotos acima e conhece Damien Jackson. Ele tem só 30 anos, mas o que já vivenciou dá no mínimo enredo para um filme. Sim, “Deveria Estar Morto” (título do livro de Damien) é o que se pensa depois de ler sobre sua trajetória. Sucesso nos Estados Unidos e lançado este mês durante a 22ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, a obra já foi editada nos idiomas inglês, francês, português e agora está sendo traduzida também para o espanhol.
Viciado, traficante, cruel e frio são adjetivos pejorativos e impactantes que ele usa para definir seu comportamento na adolescência. O trabalho que ele vem desenvolvendo pelo Youth Power Group nas escolas, ruas e guetos tem chamado a atenção de especialistas no enfrentamento às drogas nos EUA, tendo ele recebido menções honrosas e elogios pelas palestras que realiza em escolas, contando o seu depoimento de vida e alertando sobre os perigos deste mal que assola a juventude.
Em visita ao Brasil, Damien esteve com a agenda cheia: participou de vários eventos, fez palestras, deu entrevistas, inclusive à Folha Universal. Domingo (19) esteve ao lado do bispo Edir Macedo em reunião em Santo Amaro, em São Paulo: “A história dele é magnífica, maravilhosa. Recordo que logo que ele e o irmão se converteram, os bandidos queriam pegá-los. Ele fez parte da maior gangue dos Estados Unidos, mas Deus levanta do monturo o necessitado para fazê-lo assentado ao lado de príncipes, e hoje ele está assentado conosco, os príncipes de Deus”, disse o bispo durante reunião no domingo (19).
Folha Universal – Sabemos que o vício atinge todas as classes sociais, mas os jovens de classe baixa, moradores de comunidades, estão mais expostos e suscetíveis ao ingresso nos vícios. Você não tinha este perfil?
Damien Jackson – As circunstâncias e o péssimo exemplo de desestrutura familiar levaram-me às drogas. Aos 4 anos já enfrentava a hostilidade e a negligência dos meus próprios pais. Com esta idade provei uma bebida alcoólica do copo da minha mãe, dada por ela. Mais tarde, aos 8, traguei o meu primeiro cigarro de maconha, oferecido por um tio. Por mais absurdo que pareça, eu gostei e prossegui fazendo o que meus pais faziam. Minha mãe bebia, meu pai usava drogas… Aquele era o exemplo, a referência que eu tinha.
FU – Mas, você não era repreendido por eles, não havia limites?
DJ – Vivia numa família desestruturada, cada um por si. Movido pela curiosidade não resisti, continuei provando e gostando, mas, vou contar isso com mais detalhes adiante.

FU – Sua família era desestruturada, mas, com alto poder aquisitivo, não é?
DJ – Pois é… As raízes deste mal estão em todas classes sociais. Até os 7 anos, morei em uma casa nada simples. Uma bela residência de seis quartos, localizada em um bairro nobre, com vários carros na garagem, empregadas, governanta e direito a passeios de limusine aos finais de semana – uma boa vida norte-americana, que contribuía para disfarçar a infelicidade da minha família.
Mãe mafiosa e pai homossexual
FU – Que ligação sua família tinha com a máfia?
DJ – Minha mãe fazia parte da poderosa máfia italiana e coordenava a venda de drogas em diversos pontos de Atlanta.
FU – E o seu pai?
DJ – Era um pai ausente e pouco se importava com os filhos. Cresci rejeitado, meu pai sequer ficava em casa, mas quando estava me batia sem motivo.
FU – Mas por que tanta revolta dele em relação a você?
DJ – Era um homem problemático. Eu apanhava muito, levava surras do meu pai, muitas vezes sem motivo. Nossa situação piorou quando minha mãe precisou fugir por causa da perseguição da polícia. Deixamos a vida regalada para trás e passamos a viver em situação precária.
FU – Da mansão para a pobreza. Como foi este período?
DJ – Foi um período terrível porque minha mãe, que era compreensiva e carinhosa, tornou-se agressiva. Se as referências familiares já não eram boas, perderam-se com uma revelação surpreendente. Um dia após humilhar muito a minha mãe, meu pai admitiu que era homossexual. Contou que já se relacionara com mais de 2 mil homens. ‘Também tenho HIV’, confessou meu pai, tendo logo após saído de casa.
FU – Foi neste período que você enveredou nas drogas?
DJ – Após um período, minha mãe conseguiu se restabelecer e arranjou outro companheiro, que foi morar com ela. Ele não me aceitava e fez uma exigência: ou ele ou eu. E a minha mãe optou em ficar com ele. Fiquei desnorteado… Procurei meu pai para pedir ajuda e o que recebi foi desprezo e a negativa, ele não quis saber de mim. Fui morar nas ruas e aí tudo começou.
FU – A rua foi o seu passaporte para liberdade e o fim dos maus-tratos. E aí?
DJ – Sim, ganhei a liberdade e parei de apanhar, mas neste período me aprofundei nos vícios da maconha, crack, ecstasy e analgésicos. Rapidamente percebi que teria que assumir a personalidade que as ruas e o vício impõem. Daí para ingressar no crime foi um passo.
Ganhando respeito das gangues

FU – Que artifícios você usou para conquistar espaço no crime? Era inexperiente, de classe de média alta…
DJ – Tornei-me integrante de uma perigosa gangue que age em várias regiões dos Estados Unidos. Bem rápido tornei-me líder do grupo em Gwinett Dekalb, o bairro em que passei a morar. Os “Blood”, que significa “Sangue” em inglês, eram conhecidos pela violência. Arrombamentos, roubos, fraudes de cheques, aliciamento de mulheres para a prostituição, espancamento, estupros e mortes estavam entre os atributos da facção. Só não admitia que os membros de meu grupo estuprassem quem quer que fosse”, diz.
FU – Mas, foi logo aceito?
DJ – Conquistei meu espaço. Para sobreviver no crime foi necessário demarcar o território, impor respeito com os criminosos e traficantes.

FU – Não havia medo, insegurança?
DJ –Vivia um conflito porque não me conformava em ter me transformado naquela pessoa fria e cruel; eu detestava aquela vida. Pouco a pouco, minha vida virou um inferno. Fui preso várias vezes. Era odiado pelos bandidos e pela polícia, tentava me proteger deles da forma que podia.
FU – Não refletia que estava destruindo a sua vida?
DJ – Eu odiava a minha vida. Um dia fui me esconder na floresta, num lugar secreto que poucos da minha gangue sabiam onde ficava. Ali me droguei, bebi. Fui ficando deprimido e os pensamentos vinham como flashes do meu passado, das coisas ruins que praticara e uma convicção maldita de que não havia jeito, que o melhor era acabar com a minha vida. Apontei a arma em direção a minha cabeça. Pensava em dar fim àquele sofrimento ali. Mas, um “amigo” chegou bem na hora e desisti.

FU – Quando a sua “ficha caiu”?
DJ – A cada dia me sentia mais fraco de espírito, sem contar que jamais pensei que passaria dos 18 anos. Meu irmão, 3 anos mais velho do que eu, também esteve lado a lado comigo nesta vida errada. Comecei a frequentar igrejas cristãs, mas era muito criticado, especialmente pelo modo de me vestir e o fato de viver o tempo todo drogado. Tinha muitas tatuagens.
FU – Como foi recebido na Igreja Universal?
DJ – Quando entrei pela primeira vez na Igreja Universal de Atlanta, encontrei o que, realmente, procurava e aprendi a lutar as minhas lutas com Deus e a agir a fé, de maneira inteligente. Recordo que nem mesmo as roupas chamativas que usava (vermelhas, cor da gangue da qual era membro) provocaram estranheza nos pastores e obreiros. Ao contrário, me trataram com tanto carinho, que até hoje estou lá e como pastor, transmitindo a Palavra de Deus.

Cura na IURD: Nódulo no útero desapareceu

Há 6 meses, a auxiliar administrativa Juliana Paz, de 23 anos, teve o ciclo menstrual interrompido sem entender a causa. Procurou imediatamente o médico. Depois que realizou os exames, descobriu que se tratava de um nódulo no útero.

O especialista disse que, devido ao nódulo, ela corria o risco de ficar estéril. Mas Juliana fez uso do óleo ungido e obteve a cura. “Fiz uso do óleo ungido e determinei pela fé que ficaria livre daquele nódulo. Depois voltei a fazer novos exames e constatei que não havia mais nódulo nenhum. Minha menstruação voltou ao normal”, relata.

“Sei da importância de buscarmos a orientação médica, mas, a partir do momento em que o óleo ungido é consagrado e fazemos uso dele com fé, o milagre acontece”, testemunha.

IGREJA UNIVERSAL – ONDE O MILAGRE É COISA NATURAL

Justiça anula sentença da Xuxa contra Igreja Universal

Em janeiro do ano passado, Xuxa ganhou um processo que movia contra a editora da Igreja Universal e conquistou uma indenização de R$ 150 mil, mas a desembargadora Conceição Mousnier, da 20ª Câmara Cível do Rio, anulou a sentença que condenava a editora.

A decisão foi tomada depois que os advogados da apresentadora entraram com um pedido de uma nova indenização, desta vez por danos materiais, que não foi avaliada em primeira instância.

Xuxa entrou na Justiça contra a Universal depois que, em 2008, a editora da igreja publicou o texto “Pacto do Mal?“, sobre gente que teria vendido a alma ao diabo, e usou a foto da loira.

Fonte: EGO

O chefinho da FOLHA mandou!

Quem aqui nunca brincou de “o chefinho mandou?”. Manja aquele joguinho em que as crianças se reúnem na rua e ficam dizendo “o chefinho mandou correr para lá, o chefinho mandou correr para cá, o chefinho mandou fazer isso, o chefinho mandou fazer aquilo”? Pois é, a brincadeira virou coisa séria e acontece neste momento no numero 425 da Alameda Barão de Limeira, na capital paulista, a sede da Folha de S.Paulo.

O chefinho em questão é Otávio Frias Filho. Após assistir às verdades veiculadas pela Rede Record (assista aqui) a respeito das demissões que a Folha promoveu no final do ano passado devido a queda expressiva na circulação do jornal e credibilidade arranhada, ele decidiu colocar sua gravatinha borboleta de molho e sair para a briga. Quer dizer, ele não. Afinal, rei que é rei, tem peões para fazer o serviço sujo.

Transtornado, baixou ordem expressa ao seu seleto clubinho de comparsas: bater na Record, custe o que custar.  Dia sim e outro também. Vez ou outra, um elogiozinho é liberado para tentar “passar um pano”.

Só isso justifica uma notícia que ultrapassa a irresponsabilidade e flerta com o crime como a publicada ontem pelo grupo Folha, em seu braço de internet, o UOL:

Uol recordNews1 O clima pesou na Folha
(Clique na imagem para ampliar)

Como uma emissora pode encerrar suas atividades em janeiro se já tem acertada em sua grade a transmissão do maior evento esportivo do planeta, as Olimpíadas de Londres, no meio do ano? Acertada e comercializada.

Aí a gente começa a entender o motivo real. Sem condições de estancar o sangramento de seu faturamento, o chefinho Frias tenta atingir a Record no bolso, lançando uma notícia falsa com a clara intenção de chegar ao mercado publicitário.

O que o chefinho não vê é que o clima ficou tão pesado que comenta-se que é possível cortar o ar com uma faca nos corredores da empresa. Redatores, repórteres e até colunistas estão incomodados em ter que inventar fatos, distorcer a realidade e esquecer o que aprenderam para satisfazer o desejo do patrão.

O descontentamento é tamanho que não são poucos os profissionais que enviam recados velados ou até mesmo explícitos às demais redações (do Grupo Record, inclusive) pedindo uma oportunidade para deixar a Folha.

Encastelado em sua cadeira de todo-poderoso, com raios sobre a cabeça tal qual um vilão de desenho animado, Otávio só não percebeu o óbvio.

Desta vez o chefinho mandou. Mas mandou mal.

Fonte: O Provocador

Saudações dos principais nomes do País à FOLHA UNIVERSAL

“Parabéns pela milésima edição deste importante jornal, que traz sempre bons exemplos para a sociedade brasileira. É sempre importante transmitir informações que reforcem o elo entre a religião e as ações de pessoas que ajudam a melhorar o cotidiano dos brasileiros. Que a Folha Universal siga neste padrão que já a tornou um dos maiores veículos jornalísticos do País.” Michel Temer (PMDB), vice-presidente da República

“Saúdo a Folha Universal pela sua edição de número 1.000. Todos os seus leitores e a equipe que faz o jornal estão de parabéns por este marco importante na vida de uma das mais importantes publicações da imprensa brasileira. Parabéns”  José Sarney (PMDB/AP), presidente do Senado

“A Folha Universal chega a seu milésimo número com o vigor e o entusiasmo característicos dos espíritos jovens. Cumprimento toda equipe de profissionais que, tenho certeza, tem se dedicado, desde o primeiro exemplar, inteiramente a seus leitores. Parabéns por esse importante marco e meus votos de novas conquistas.” Aécio Neves, senador da República (PSDB/MG)

“Mil edições é uma incrível marca! Parabéns Folha Universal por esta conquista.” Ana Hickmann, apresentadora do “Tudo é possível”, da “Rede Record”

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