Recebi por email um relato de um jovem que se envolveu com o homossexualismo, e hoje com a ajuda encontrada na IURD se libertou da homossexualidade, leia:
Bom Lucas, meu nome é Leandro, 14. Cresci dentro da IURD com os meus pais e avós, mas com meus 10 anos, meus pais se separaram e minha família se afastou da IURD, e eu como tinha apenas 10 anos de idade, me afastei também. Com o meu afastamento da IURD, fui logo conhecer o mundo, as bebidas, fumava cigarros escondidos e me tornei um homossexual. Tive relações com homens mais velhos que eu, eu entrei no mundo da prostituição. Não me prostituia por dinheiro, e sim por prazer, com até mesmo amigos. Eu achava que eu tinha nascido com aquilo, e no entanto eu não poderia mudar. Com 14 anos, que agora estou, Jovens do Força Jovem me convidaram para estar indo participar novamente na IURD. Dali, eu comecei a pegar firme com Deus, e estou até hoje. Tenho 7 meses de IURD, e graças ao nosso Altíssimo Senhor dos Exércitos, Senhor Jesus Cristo, eu estou liberto do homossexualismo, através de uma revolta que o meu pastor colocou em mim, porque eu fazia parte do grupo de evangelismo, uniforça do Força Jovem, lavava a IURD, fazia tudo, e o pastor disse que enquanto eu não me libertasse não era pra mim fazer mais nada, era pra mim ir apenas nas reuniões normais. Eu fiquei revoltado com aquilo. Eu disse assim pra mim mesmo: Eu ficar de fora da obra de Deus? Eu sou servo, eu não aceito isso não. Parti pra cima do diabo, de cara e coragem, e através de uma DETERMINAÇÃO e não de uma EMOÇÃO, hoje eu estou liberto do homossexualismo! Mas o diabo é tão sujo que ele sopra, envia pessoas para irem até vocês. Mais como Deus diz na palavra d’Ele:
Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Tiago 4:7
Amém. Fique com Deus!
OBS: {Se quiser, use meu testemunho para ajudar muitas e muitas pessoas, que estão prescisando.}
















Antes de chegar à Igreja Universal do Reino de Deus, a dona de casa Patrícia Ferro Borges, de 24 anos, conta que sofria desde criança com crises convulsivas, passando a maior parte do tempo nos hospitais. “Além das crises, tinha enxaqueca, era extremamente nervosa, sofria com dores musculares nas pernas, o que me obrigava a tomar medicamentos fortes, sem contar as verrugas que surgiram em todo o meu corpo”, relembra, acrescentando que o sofrimento era tanto que mal conseguia dormir, e quando dormia os pesadelos a atormentavam.
A auxiliar administrativa Francisca Maria da Silva Costa, de 25 anos, era portadora de uma doença genética relativamente rara, a osteogênese imperfeita, que causa fragilidade dos ossos e deficiência de colágeno (proteína que dá consistência e resistência, principalmente ao osso, mas também, à pele, veias e a outros tecidos do corpo). “Sofri durante 2 anos com a enfermidade.

