Curada de Epilepsia – Portugal

E os milagres não param de acontecer, desta vez foi em Portugal.

Testemunho do Jejum dos Impossíveis realizado todos so Sábados pela manhã no Templo Maior em Lisboa.

Mais informações visite: www.iurdportugal.com

OSCAR SCHINDLER – EVANGELIZAR

O video está em Espanhol, mas dá para entender:

TESTEMUNHO DE CURA NO RAUL GIL – Aline Barros

Bispo macedo – reunião em Atlanta (Georgia)

A seguir se encontra duas partes da reunião do Bispo Edir Macedo em Altanta na Georgia, o Bispo fala sobre a Fé de Gideão.

Parte 1:

Parte 2:

Fogueira Santa de Israel OS 300 DE GIDEÃO

“DESISTIR É A SAIDA DOS FRACOS, INSISTIR É A ALTERNATIVA DOS FORTES”

PRÓTESE DA FÉ

Mensagem do BispoEm quase todas as reuniões que temos realizado, seja para os bispos, pastores, obreiros ou membros da Igreja, em geral, procuramos conscientizar a todos sobre a nova vida proposta pelo Altíssimo.

Muitos têm recebido os benefícios da fé, mas apenas uma minoria tem recebido o benefício maior que um ser humano pode obter: a vida transformada.

Cientistas têm trabalhado com o objetivo de auxiliar a medicina a encontrar soluções para a cura de pacientes que precisam da reposição de órgãos lesionados. Enquanto esses “novos órgãos” não são criados, em alguns casos, eles usam a prótese.

Assim como um órgão novo, recebido por meio de transplante, por exemplo, não se compara a uma prótese, também é a fé natural em relação à fé viva no Deus Vivo. O Senhor não oferece vida protética, mas completamente nova. O preço a ser pago por isso é a entrega incondicional.

Por uma questão óbvia, não é possível viver duas vidas ao mesmo tempo. Isso significa que se a pessoa não entregou ao Senhor a sua vida do jeito que ela está, não lhe será possível receber uma nova, pois ou é uma ou outra.

O problema é que a maioria das pessoas quer nova vida, mas não quer abrir mão da antiga. Eis o porquê de muitos “crentes” serem fracassados na fé.

Deus abençoe a todos.

Bispo Edir Macedo
www.bispomacedo.com.br

Quem crê, não foge

catedral do bras_ avenida celso garcia 499_igrejaSão Paulo (SP) – “Prevalecendo o domínio dos midianitas sobre Israel, fizeram estes para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e as cavernas, e as ortificações.” (Juízes 6.2)

Citando essa passagem bíblica, o bispo Romualdo Panceiro explicou às milhares de pessoas que participaram da reunião de domingo (10) na matriz da IURD, no Brás, que esta era a fé do povo de Israel na época de Gideão, que vivia nas cavernas devido à opressão dos inimigos. “Um grande esforço era feito para subir o monte, fazer cavernas nas rochas e fortificações, e tudo isso para suportar uma vida fracassada”, disse o bispo, que entre orações especiais e a busca pelo Espírito Santo – baseado na Palavra de Deus –, falou a respeito da fé religiosa, que é carregada de emoção e não traz nenhum resultado.

Ele também comentou sobre uma senhora que aceitou viver com o marido mesmo ele levando a amante para dentro de casa. “Imagine o sacrifício que essa mulher não fez, suportando tal situação? Existem pessoas que dizem que não há outro jeito. Mas, e a nossa fé em Deus?”, questionou.

O bispo ainda acrescentou: “Gideão suportou, por alguns anos, aquela situação, mas se revoltou. A revolta dele era crer em um Deus tão grande e viver fracassado. A revolta nasce de um pensamento inteligente, que nos obriga a uma atitude de fé. Se Deus é conosco, o que buscamos tem que acontecer”, finalizou o bispo.

São Paulo (SP) – “Prevalecendo o domínio dos midianitas sobre Israel, fizeram estes para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e as cavernas, e as ortificações.” (Juízes 6.2)

Citando essa passagem bíblica, o bispo Romualdo Panceiro explicou às milhares de pessoas que participaram da reunião de domingo (10) na matriz da IURD, no Brás, que esta era a fé do povo de Israel na época de Gideão, que vivia nas cavernas devido à opressão dos inimigos. “Um grande esforço era feito para subir o monte, fazer cavernas nas rochas e fortificações, e tudo isso para suportar uma vida fracassada”, disse o bispo, que entre orações especiais e a busca pelo Espírito Santo – baseado na Palavra de Deus –, falou a respeito da fé religiosa, que é carregada de emoção e não traz nenhum resultado.

Ele também comentou sobre uma senhora que aceitou viver com o marido mesmo ele levando a amante para dentro de casa. “Imagine o sacrifício que essa mulher não fez, suportando tal situação? Existem pessoas que dizem que não há outro jeito. Mas, e a nossa fé em Deus?”, questionou.

O bispo ainda acrescentou: “Gideão suportou, por alguns anos, aquela situação, mas se revoltou. A revolta dele era crer em um Deus tão grande e viver fracassado. A revolta nasce de um pensamento inteligente, que nos obriga a uma atitude de fé. Se Deus é conosco, o que buscamos tem que acontecer”, finalizou o bispo.

Seja o seu patrão

Folha UniversalCumprir horário, aguentar pressão do chefe, não ter o talento reconhecido, receber um salário minguado no fim do mês e ainda não conseguir pagar todas as contas: é esse o pesado cotidiano de boa parte dos trabalhadores brasileiros. Por isso mesmo, muitos desejam ter um negócio próprio, comandar uma equipe e, principalmente, não ter patrão, ou melhor, ser o seu próprio patrão. Ver esse sonho
virar realidade, no entanto, não é fácil. Para se tornar um empresário bem-sucedido, é preciso ser um empreendedor e ser muito rigoroso ao planejar um negócio, que pode virar um sucesso mesmo em tempos de crise. Podemos dizer que o Brasil é uma terra de empreendedores. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), instituto que mede as taxas de empreendedorismo no mundo todo. De acordo com a pesquisa, 12 % da população brasileira adulta (14,6 milhões de pessoas) desempenha alguma atividade autônoma. E, se por um lado a crise mundial pode meter medo em quem pretende encarar um novo desafio, há quem diga que é justamente nesses momentos de pessimismo generalizado que as boas oportunidades aparecem.

dono de um restaurante com 12 funcionários, garante que a crise até ajuda os negócios. “O importante não é o quanto a empresa fatura, mas quanto gasta. Tenho negociado melhor com os fornecedores nessa crise. A concorrência aumenta, eles baixam o preço e eu pago menos”, comemora. Wilson aprendeu a ser um bom empreendedor em casa. Nascido numa família de comerciantes portugueses, já foi dono de lanchonete, churrascaria, café e pastelaria. Nunca trabalhou como empregado e, na maioria dos casos, vendeu os pontos por valores bem superiores ao investido inicialmente. Mas também já levou golpes capazes de fazer qualquer empresário desistir e procurar emprego. “Vendi
a churrascaria e eles só me pagaram a primeira parcela. Fiquei sem dinheiro nenhum, cheio de dívidas. Peguei empréstimo, comprei um
boteco em condições precárias num ponto bom, investi R$ 12 mil e montei um café bacana. Depois de 6 meses estava vendendo muito e surgiu um comprador antes de eu pensar em vender. Ele insistiu e vendi pelo dobro do valor que o ponto valia, algo em torno de R$ 60 mil”, lembra. Wilson é um exemplo de que bom empresário tem que saber de cor as regras de ouro do empreendedorismo, como, por exemplo, que do faturamento total só até 20% é lucro líquido (a parte que vai direto para o bolso do sócio). “E o faturamento
bruto de um ou dois dias de trabalho tem que pagar o aluguel do mês. Se precisar de três dias, é mau sinal. Aprendi isso com meu avó e dá certo”, ensina.

O empresário Wilson José Loureiro,Antônio Carlos de Matos, gerente de consultoria do Sebrae de São Paulo, avisa: crise não pode ser empecilho para novos negócios. “Isso é uma crise de confiança que nasceu no ambiente financeiro e depois contaminou o ambiente produtivo. O mundo não acabou, as pessoas não deixam de comprar, só tentam gastar menos. Se há setores que sentem mais, há os que se beneficiam”, atesta. Ele aponta os erros que levam alguns empresários à falência antes do primeiro ano. “A falta de planejamento é o erro mais comum. Quem abre uma empresa porque foi demitido geralmente investe tudo de uma vez. E no mês seguinte quer receber o que ganharia se estivesse empregado. É preciso deixar uma reserva para se sustentar e mais o que a empresa vai precisar no primeiro ano”, aconselha.Embora mais raro, há quem tenha sucesso rápido e nem precise usar o fundo de emergência nos primeiros meses. Antonia Joyce Venâncio é um exemplo. Viu uma lacuna no mercado e criou um produto diferenciado a partir de algo simples e comum: bonecas de pano negras e orientais. Logo se destacou, abriu uma loja – a Preta Pretinha –, em 2003, e precisou até terceirizar a produção para atender os pedidos que não paravam de chegar. “Percebi que não queria só fazer e vender bonecas, mas queria fazer um trabalho social, de resgate da autoestima das crianças. Isso chamou a atenção das pessoas e garantiu as vendas”, revela. Professores, psicólogos e donos de escolas procuram Antonia, que passou a fornecer brinquedos para colégios que fazem trabalhos de integração racial com alunos negros. Orientada pelo Sebrae, ela seguiu à risca as regras de Matos: “Analisar o mercado e a concorrência é outra regra essencial para quem quer crescer”, finaliza Matos.
Infelizmente, nem sempre as histórias são bem-sucedidas assim. Todo ano, 134 mil empresas são abertas no estado de São Paulo. Só que 88 mil não chegam a completar 12 meses de atividades. Além disso, apenas 44% das que sobrevivem ao primeiro aniversário chegam ao quinto ano. O medo de investir e perder dinheiro foi o que levou Patrícia Silva, de 36 anos, a ir contra o marido quando ele resolveu pedir demissão e abrir uma empresa, há 5 anos. Ainda bem que ela estava errada. Hoje, Luciano Araújo do Nascimento, de 41 anos, tem uma frota de nove caminhões, além de casa própria e outros bens. “Meus lucros já ultrapassam 300% do valor que eu recebia como empregado. Até o fim do ano, vou comprar mais um caminhão. Não foi fácil pagar o primeiro, mas hoje sei que valeu a pena tentar”, avalia. Nascimento largou um emprego de 20 anos como motorista numa empresa de reboque. O salário, mesmo com a horas extras, não passava de
R$ 2 mil. “Não queria chegar aos 60 anos frustrado por não ter nem tentado melhorar de vida. E só via uma única saída: ter minha empresa”, conta ele, satisfeito e aliviado por ter arriscado na hora certa.

Ednaldo Mendes na inauguração da IURD de Caruaru

Concentração na Bahia – “A Família ao Pé da Cruz”

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